quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Recomeçar é possível

Tudo novo, de novo!


Início de ano com praia e sol para relaxar e fortalecer a alma. Muita leitura para crescer e superar o que passou. E amigos para levantar o astral.

Aprendi a sair da platéia e assumir o palco dos meus pensamentos. Agora sou eu quem está escrevendo a minha história, ao invés de ficar sentada assistindo minha vida passar pelos meus olhos.

Está na hora de me soltar, me libertar. Pois a pessoa mais importante neste mundo sou eu. Chega de sofrer, chega de chorar. Está na hora de recomeçar. O prazo acabou e minha vida começa agora.

Feliz 2010 para mim!

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Novidades

Tudo novo, revigorado!

Muitas coisas para escrever, mas antes organizar. Em breve posto as aventuras em Fortaleza.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Hora de dar tchau.

De 06/01 (Hoje) a 12/01
Sol na casa 8, lua na casa 6

Sol e Lua entram em harmonia entre os dias 06/01 (Hoje) e 12/01, Fabiana, permitindo a você uma consciência mais crítica acerca das coisas que estão em sua vida, mas que não servem mais. Este é um momento de depuração muito forte, em que o joio é separado do trigo e, deste modo, você pode renovar sua vida, jogando fora o lixo (físico e mental). É um momento de maior recolhimento emocional, e não convém envolver-se em muitas atividades sociais nestes dias. Aproveite para descansar e fazer uma análise honesta daquilo que você pode até gostar, mas que não faz mais sentido prático em sua existência.

Adeus Gustavo.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Monólogo

É coraçãozinho...agora é só você e eu. Precisamos ter uma conversa séria, porque parece que você ainda não entendeu como a vida é. A cabeça por outro lado é menos teimosa que você, mesmo sendo difícil ela se convenceu. Mas e você?

Sabe, sei que sou um pouco petulante e a cabeça também, porque fazemos questão de esquecer, mas você só faz lembrar. Lembrar da felicidade, dos sonhos, das alegrias. Você espera eu ficar vulnerável para me fazer sonhar com estes momentos durante meu sono. Assim fico confusa.

Enquanto a cabeça me faz sentir raiva, você me faz sentir amor. Mas não entendo, não vejo o motivo, há algo que não se encaixa. Então, como fazer para sentir este amor gigantesco que você bombeia para dentro de mim sem sentir a raiva que a cabeça põe no meu ego?

Olha, não se sinta mal, ta bom? É sério, porque nem sempre a cabeça consegue sentir esta raiva toda, mas ela ainda acha que me engana. Coraçãozinho, porque não fala comigo? Porque chora? A culpa não é minha e acho que não é de ninguém, então porque sofre?

Por favor, me perdoe e fale comigo outra vez. Sei que não tem muito a ser feito quanto ao que aconteceu, mas pediram para eu lhe dar ouvidos, caso ainda haja o que fazer. Mas eu preciso que você fale comigo mais uma vez.

Ganjitsu.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Para 2010...

...não há listas de coisas a fazer, nem planos mirabolantes. Para este ano, tenho apenas uma certeza: não viver no passado. Não vou ser ingrata em dizer que o ano de 2009 não valeu, porque foi um ano em que tive tudo: um namorado, um apartamento e uma viagem. Mas acabei sem nada: sem namorado, sem apartamento e sem viagem.

Só que ganhei algo muito mais especial que isso: fui poupada de um casamento fracassado, de uma vida sem tesão e de uma pessoa covarde cheia de sonhos malucos.

Não vejo problema em ser normal, porque ser normal não significa uma vida de tédio. Não é privilégio seu nem meu ser tão complexo e complicado. Ninguém está livre de incoerências e contradições. O que nos diferencia para realizar os nossos sonhos é a coragem.

E eu tenho coragem, eu tenho forças para assumir um compromisso, para mudar minhas falhas, para fazer algo novo. Coragem que não vi na pessoa que mais me fazia feliz e que se tornou a pessoa que mais me magoou.

Para 2010, apenas uma palavra: coragem. Para amar de novo, conhecer coisas novas, eliminar o passado, esquecer as promessas, fazer novos amigos, dar mais valor à minha família, para viver mais, conquistar mais, curtir mais, e para dizer não ao que não me faz bem.